Os Fuscas

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O besouro e sua 
história...

Site: Parachoques Cromados
Conhecido como "Vocho" pelos mexicanos e eternizado por vários brasileiros, o fusca foi criado ná década de 30 (não se sabe o ano corretamente! Está difícil o negócio aqui...) por um cara chamado Ferdinand Porsche (nome de gente "fina", né?) que criou o fusquinha em sua própria garagem... Mas, calma que o fusca teve sim uma fábrica digna de carro, não foi apenas um projeto de fundo de garagem, não, rs....
O fusca, na verdade, recebe o nome original de Volkswagen Sedan (pô, agora deu um tchan no nome do carro, não acham?) e nas propagandas antigas no tempo do meu pai ou do seu avô (meu pai e seu avô podem ter a mesma idade rs) podemos ver o fusquinha sendo chamado por esse nome. Mas antes desses carros velhos hoje em dia existirem por aí pelas ruas, foi uma briga para eles surgirem e fazerem a festa no mundo, você sabia? Não? Nem eu, cara! Estou fazendo aqui umas pesquisas... Mew, que briga! Olha a novela mexicana que foi: Quando o fusquinha foi pensado em ser criado (pensado!) envolveu várias empresas, o próprio governo de seu próprio país e uma fábrica inteirinha mesmo de automóveis no processo! É pouco? Imagina a confusão de poderes naquela época... Esse Ferdinand deve ter tido uma dor de cabeça! Porém, existe informações que podem estar erradas tanto pelo projeto "fusquinha" não ter importância quanto por aquela maledita 2ª guerra mundial ter queimado bilhões de documentos que provariam várias partes históricas do mundo.
Bem, vamos começar com a histórinha:
Site: Fusca Clube do Brasil
O fusquinha (vocho, Volkswagen Sedan, carro velho!) nasceu para dar alegria aos pobres. Teve uma época lá na Alemanha que o dinheiro estava curto, mas ainda sim os alemães sonhavam com um carrinho novo (um "pois é" como diz a minha tia) que pudesse ajudar as famílias da classe trabalhadora daquele país. Por outro lado, as indústrias automobilísticas daquele país estavam decadentes... Quase virando pó graças a crise mundial que afetou aquela época. Ou as fábricas alemãs faziam carros de luxo a mão (como conseguiam?) ou faziam as famosinhas motocicletas... E assim os índices de motorizações alemãs ganharam a fama de pior do mundo naquela época... Vê se pode! Foi então que os caras pensaram um pouco em como resolver esse problema e até tiveram a idéia de inventar algo que fosse barato no mundo dos automóveis... Mas a Bergmann Company já havia inventado um carrinho chamado "Volksauto", porém essa foi a coisa que inspirou os alemães a criarem um carrinho nesse tipos assim. E daí vieram o Kleinauto ou Kleinwagen (carro pequeno), o Jedermansauto (carro para cada um - o nome feio da por...) e até Volkswagen e este último nome venceu e o projeto começou a todo vapor a partir da década de 20.
Na década de 20, alguns modelos já haviam sido feitos em comparação com o projeto fusquinha como o Superior pelo húngaro Joseph Ganz que era barateado na época. Os alemães chamaram então o engenheiro Ferdinand Porsche (hey, Ferdinand!) que também sonhava com um veículo que fosse acessível à massa. Porsche que, já havia tentado fazer um carrinho na Mercedes-Benz e que esse projeto não foi lá aquelas coisas, construiu modelos de fusquinhas em sua própria garagem - como eu havia comentado antes. Curiosamente, o mesmo lugar que Porsche fez os fusquinhas (pelo menos os projetinhos), hoje, é a sede da Porsche (eu sabia que esse sobrenome era familiar!). Ferdinand tinha de apresentar o primeiro protótipo em 10 meses, mas o cronograma atrasou e o carro só ficou pronto em 1936 (vê se pode uma coisa dessas!). Os primeiros fusquinhas não tinham quebra-ventos nem pára-choques ou vidro traseiro e as portas se abriam ao contrário das atuais... Mas tinham motor e funcionavam, não? Espero que sim! Vamos ver: Era equipado com motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts, câmbio seco de quatro marchas, sistema de freios a tambor, caixa de direção tipo "rosca sem fim", evoluções estéticas como quebra vento, lado abertura da porta (no início a porta abria do lado oposto), saída única de escapamento, estribo, era equipado com duas pequenas janelas traseiras, entre outras.  O Volkswagen podia ser comprado por quase todos, ao preço de 990 marcos e então o protótipo do Fusca ganhou carroceria semelhante à atual.
Em 1937, já existiam outros modelos sendo testados na Alemanha, mas foi em 1938 que a importância dos fusquinhas chegou as fábricas: Em maio de 1938 foi aprovada a construção de uma fábrica em Fallersleben região entre o rio Reno e o mar Báltico –, onde iniciaria, finalmente, a produção do carrinho. Mas com o início da Segunda Guerra Mundial, em 1939, o carro não chega a ser fabricado e acaba virando veículo militar: Todo o esforço e tecnologia da Volkswagen agora estavam sendo usados para fabricar esses carrinhos para o famoso Hitler e sua 2ª Guerra Mundial. Até prisioneiros de guerras francesas e russas estavam sendo usados como mão de obra nesse trabalho. Derivados do fusca, como jipes e até um modelo anfíbio (Shwinwagen, atualmente existem 3 no mundo e um no Brasil). A mecânica também haveria mudado. Virabrequim, pistões, válvulas , o motor de 995 cc.e 19cv passou a ser de 1.131 cc. e 26 cv. Mais de 70 mil unidades militares foram produzidas. No meio dessa confusão, teve até a prisão de Porsche decretada lá na França. Porém, havia outros problemas além das exigências de Hitler. Porsche rapidamente conseguiu a oposição da RDA, que era a associação de classe dos fabricantes de carros na Alemanha, para o projeto do Volkswagen. Acostumadas com a produção de carros de luxo, a associação esperava que o projeto não seguisse adiante. Por outro lado, a intervenção governamental preocupava as empresas que pretendiam se lançar por conta própria no mercado de carros populares - um exemplo era o executivo da Opel (e ironicamente futuro presidente da VW) Heinrich Nordhoff, que defendia que um automóvel não deveria ser produzido pelo governo e sim pelos fabricantes.
As dificuldades técnicas envolvidas no projeto não eram menores. Fabricar um carro pequeno que tivesse o desempenho e confiabilidade das especificações era um desafio bem maior que o projeto de outros carros da época e exigia o desenvolvimento de novas tecnologias e de soluções inteligentes. 
Quando terminou a 2ª Guerra Mundial, a fábrica em Hanover estava quase toda destruída... Não se sabia por onde andavam seus projetistas e as versões militares que antes era tão requisitada agora ninguém mais queria. Se não fosse por um major inglês chamado Ivan Hirst descobrir os caquinhos da Volkswagen naquela época, nem você teria conhecido essa marca hoje tão famosa de carros... Acontece que após a guerra, a Alemanha estava dividida em quatro zonas: A zona que estava a fábrica "desquebradaçada" da Volkswagen pertencia a zona inglesa. Então, a fábrica da Volkswagen teve a sorte de ser conhecida pelo inglezinho Ivan que se apaixonou pelos fusquinhas. Então, os britânicos sem querer querendo acabaram reativando a produção lá em agosto de 1945 para produzir carros para serviços públicos alemães como atendimento médico ou correio. Mesmo com todos aqueles bombardeios dos infernos provocados pela 2ª Guerra Mundial, grande parte das ferramentas foram guardadas em porões e isso facilitou a retomada da produção. Em 1946, já existiam 10 mil Volkswagen Sedan fabricados... Porém, contudo e entretanto, o nosso amigo fusquinha não recebia muita confiança dos ingleses, nem de franceses, nem de soviéticos e muito menos dos norte-americanos! Ou seja, os britânicos desistiram do fusquinha... (Coitado!) Por isso o governo alemão retomou o controle da fábrica com o nome de Heinz Nordhoff no comando: O antigo inimigo dos fusquinhas (Xii...).
Talvez o coração do tio Nordhoff tenha se derretido um pouquinho porque o cara fez de tudo que podia para alavancar a produção procurando novos mercados para o projeto criado pelo mano Ferdinand Porsche, que no momento estava ocupado com seu filho Farry fabricando carrinhos esportivos. Por outro lado, Nordhoff desenvolveu muitas mudanças no projeto do carro para que o Fusca se tornasse um automóvel com ares de grande produção. Logo depois, em 1945, já eram fabricadas 25 mil unidades anuais. Em 1948. que já existiam mais de 25 mil sendo 4400 para exportação, foi fabricado o primeiro modelo conversível. Assim, o Fusca contribuiu com o desenvolvimento da Alemanha pós-guerra, já que a fábrica da Volkswagen auxiliou na recuperação econômica do país, tornando os alemães os maiores exportadores de veículos da época. Em 1.949 o Fusca já teria seu próprio mercado nos EUA. 
Mas essa luta não foi fácil... Para explicar o preconceito que envolvia o fusquinha e suas vendas podemos começar pelo propósito de que alguns países tinham um embargo contra produtos alemães, e a moeda, que até 1948 era o tal de "Reichmark", atrapalhava um pouco a economia e, por tabela, a fábrica. Também o custo do carro não seria viável e, além disso, os consumidores estavam acostumados a diferentes paradigmas de produção: Estranhavam a configuração do carro, com seu motor traseiro e sua forma arredondada, sem radiador... Puro preconceito, não acham? Mas esse conto de fadas tinha que ter um final feliz: Logo que as dificuldades econômicas foram superadas, rapidamente a fama de "indestrutível" do carro começou a se disseminar, ajudada pela mecânica simples (que fazia nem tudo dar errado), pela oferta e esquema de distribuição de peças sobressalentes e, principalmente, pelo marketing da Volkswagen, que soube capitalizar sobre a resistência do carro. Independente de seu projeto mecânico, a aparência do Fusca haveria mudado bastante: Os pára-choques, lanternas, retrovisor e painel recebiam novo desenho, o tanque de combustível já comportava até 40 litros e a tampa do porta-malas, na dianteira, podia ser destravada sem sair do carro (estava ficando chique, meu bem!). A versão Export trazia interior com acabamento mais caprichado e confortável, pintura com mais brilho, além de detalhes cromados. Um detalhe apreciado era a caixa de ferramentas no formato de uma calota, vendida como acessório e encaixada junto ao estepe. Antes vendido sob encomenda, o sedã com teto solar em tecido passava a ser produzido em série em 1950. Um termostato no sistema de refrigeração do motor e freios hidráulicos, na versão DeLuxe/Export, completavam o pacote de novidades daquele ano. Logo o Fusca dominou sua fatia de mercado na maioria dos lugares onde foi lançado, ajudado pela precariedade dos concorrentes diretos e pelo boom de crescimento dos países vitoriosos na II Guerra (principalmente EUA). A Volkswagen aproveitou para expandir a linha de veículos (todos ainda à ar), como a Kombi, o Karmann Ghia, etc.  A Holanda, por exemplo, foi o primeiro país a se apaixonar pelo Fusca, onde o carro ficou ainda mais popular. As primeiras exportações para os Estados Unidos ocorreram em 1949, mas o veículo só fez sucesso em terras americanas em meados dos anos 1950. Em 1953, várias melhorias foram adaptadas ao veículo como diminuição do ruído do motor, aperfeiçoamento nos freios e quebra-vento. Até que no dia 23 de março de 1953, a Volkswagen inaugurou sua primeira filial no Brasil e em 1.959 o Fusca começou a ser fabricado aqui também... Já no México foi em 1964 que VW passou oficialmente a produzi-lo no país. Fabricado na cidade de Puebla, o sedã local teria um vínculo mais forte com o da matriz que o brasileiro. ele parecia perder sua identidade alemã para se tornar um carro genuinamente mundial: O modelo básico ganhava sincronizador em todas as marchas e passava a se chamar VW 1200 A.
Mas a Volkswagen tinha de tomar um cuidado extremo: Este carrinho era sua única fonte de garantia financeira e qualquer decisão errada feita no modelo poderia levar ao colapso da firma inteira.Isso acabou impedindo a Volks de realizar qualquer mudança radical no carro. Mesmo com tudo isso, vários protótipos chegaram a ser testados. Outros protótipos visando substituir o carro foram criados, e alguns ganharam as ruas como modelos de produção paralelos ao Fusca - caso da Brasília brasileira, por exemplo. Porém nenhum conseguiu suplantar o Fusca inteiramente: A popularidade do Fusca só aumentava, e em 1973 ocorreu o auge da popularidade e produção, com 1,25 milhão unidades produzidas no ano. Nessa época, o Fusca ganhou o apelido carinhoso de "Fuscão".
Para quem não sabe, a Volks chegou a produzir linha de carro movidos a água (ou pensava que isso só foi no ano 2000?). Com as vendas de seus modelos à ar, a Volkswagen pode comprar a rival Auto Union, formada pela fusão de famosas marcas alemãs (a DKW, a Audi, a Horch e a Wanderer, além da NSU). Mas a razão real da compra era o extenso know-how em motores à água dessas empresas. O primeiro Volkswagen à água, o K70, foi um fracasso. Embora timidamente à princípio, a linha à água começou a se estabelecer em 1973, com o lançamento do Passat. Se a idade do Fusca já começava a gerar dúvidas, a aposta da própria Volkswagen em uma linha refrigerada a água só serviu para ressaltar ainda mais a obsolência do carro. Em 1977, a VW deixava de vender os fusquinhas lá nos Estados Unidos.
Nos anos 70 a produção começou a cair, sendo encerrada na década de 80 em todo o mundo - menos no México, por culpa dos taxistas que deu-lhe uma sobrevida surpreendente como aconteceu aqui no Brasil com o Santana. Porém, por causa daquelas porcarias de leis de emissão mexicanas, foi decretado o fim do carro em 2003 e o último carro foi enviado para o museu em Wolfsburg (mesmo no fim, ainda o fusquinha continua chique...).
Aqui no Brasil, no ano de 1.986, temporariamente acabava-se a carreira do Fusca. Sua linha de montagem chegara ao fim. Até que em 1993, por pedido do então presidente do Brasil, Itamar Franco, o Fusca volta novo de novo (parece coisa da Jovem Guarda, né?). Quando todos não acreditavam no sucesso do relançamento do Fusca, as vendas foram mais que animadoras. Chegou a produzir mais de 40 mil novos Fuscas. Até sua oficial parada de fabricação anunciada em Julho de 1.996 o fusca deixou mais fãs por  seu rastro. Para comemoração da sua última série de fabricação, foram fabricados os últimos 1.500 Fuscas carinhosamente dados numa  versão "FUSCA SÉRIE OURO", onde os últimos 1.500 proprietários de fuscas "novos" tem seus nomes guardados em um "Livro de  ouro da VW." Um Fusca Série Ouro é facilmente identificado, neste seu último modelo a VW super-equipou esteticamente a  versão. Mais uma vez nosso querido fusquinha cumpre seu papel, um sucesso de  vendas e de mercado.
Ao longo destes 60 anos de vida, o fusca tradicional teve muitas alterações, mas manteve o mesmo visual básico. Do pequeno motor até o atual, sua mecânica passou por inúmeras modificações, mas o seu conceito básico permaneceu o mesmo. Outra novidade foi o sucesso de seu relançamento oficial, montado em chassis do VW Golf e com seu novo nome já definido, o  BEETLE volta as ruas, mostrando sua nova cara e dando continuidade a essa inigualável carreira que o "querido carrinho" fez  por merecer. O Fusca – ou Volkswagen Sedan – foi o primeiro modelo fabricado pela companhia alemã Volkswagen e foi o carro mais vendido no mundo, ultrapassando, em 1972, o recorde do Ford T, outro fenômeno. E assim temos um exemplo de um projeto que alcançou o completo sucesso, e por trás dele um gênio imortal, um Mito: Ferdinad  Porsche.


Mais...

Os apelidos  

  O nome Fusca só foi adotado oficialmente no Brasil em 1984, mas já era usado popularmente havia décadas. Sua origem foi a pronúncia alemã de Volks, em que o "V" assume som de "F" — folks. De forma similar, a VW americana só adotou Beetle como denominação oficial em sua publicidade em 1967, embora o apelido tenha surgido bem antes.
Mundo afora, o carrinho foi conhecido por muitos outros nomes, boa parte a tradução local para besouro ou inseto: Käfer na Alemanha, Beetle ou Bug nos Estados Unidos e Inglaterra, Bogár na Hungria, Brouk na República Checa, Carocha em Portugal, Coccinelle na França e na Bélgica, Escarabajo na Espanha e no Chile, Kever na Holanda, Scathari na Grécia. Em outros locais ganhava outro apelido relacionado a sua forma, como o de tartaruga ou bolha.
Chamava-se Agroga no Iraque, Boble na Noruega, Buba na Croácia, Bubbla na Suécia, Cepillo na República Dominicana, Cucaracha na Guatemala, Garbus na Polônia, Kabutomushi no Japão, Vosvos na Turquia, Kifuu no Quênia, Kodok na Indonésia, Kobe na Tanzânia, Kostenurka (tartaruga) na Bulgária, Kupla-Volkkari na Finlândia, Maggiolino e Maggiolone na Itália, Peta (tartaruga) na Bolívia, Põrnikas na Estonia, Peta na Bolívia, Vocho no México, Pichirilo na Colômbia e no Equador.

[Retirado do site: Best Cars Web Site]


O Fusquinha no Brasil...

No Brasil  

Site: Fuscas Forever
O primeiro Volkswagen brasileiro foi lançado em 1959, obedecendo, com poucas modificações, ao do projeto de Ferdinand Porsche, lançado na Alemanha vinte anos antes. A origem do nome Fusca está relacionada com a pronúncia alemã da palavra Volkswagen. O nome da letra V em alemão é "fau" e o W é "vê". Ao abreviar a palavra Volkswagen para VW, os alemães falavam "fauvê". Logo que o Fusca foi lançado na Alemanha, ficou comum a frase "Isto é um VW" ("Das ist ein VW"). A abreviação alemã "fauvê" logo se transforma em "fulque" e "fulca". "Desde que começaram a circular os primeiros Volkswagens, em 1950. Também apareceu a corruptela da palavra Volkswagen passando pela influência da colônia alemã",-- explica Alexander Gromow para o Jornal do Brasil de 7 de agosto de 1993 - "Em Curitiba se fala "fuqui" ou "fuque" e em Porto Alegre é "fuca", acrescenta Gromow. "Mas em São Paulo, talvez por uma questão de fonética, acrescentaram o "S" na palavra e o Volkswagen virou Fusca."
A partir de 1950, o Fusca começou a ser vendido no Brasil. Chegando pelo porto de Santos, as trinta primeiras unidades foram logo vendidas (a família Matarazzo foi uma das primeiras a comprar). O carro vinha desmontado da Alemanha (ou em kits "CKD", "Completely Knocked Down"), e curiosamente não era montado pela Volkswagen, que ainda não havia se instalado no Brasil. A empresa responsável pela montagem era a Brasmotor (mesmo grupo dono da Brastemp, por exemplo). O modelo importado era o conhecido "Split Window", com vidro traseiro dividido em dois, modelo Export (havia o Standard, mais simples, nunca trazido para o Brasil).
Em 1953 o Fusca deixou de ser montado pela Brasmotor e a Volkswagen assumiu a montagem do carro no Brasil, com peças vindas da Alemanha. O modelo produzido já era o que tinha janela traseira única, oval. Em 1959 o Fusca passou a ser oficialmente produzido no país, embora parte das suas peças ainda fosse importada. A janela traseira passou a ser retangular neste modelo.
Em 1960 a fábrica alterou o volante. As maçanetas externas ganharam botão de acionamento e o estribo ganhou revestimento na cor do carro.
Em 1961 o carro passou a ter: caixa de marchas sincronizada, para resolver o problema das "arranhadas"; ganhou nova lanterna traseira de formato oval( versão que durou nos modelos standard até 1983) e o painel ganhou uma alça de segurança para o passageiro.
Em 1962 o Fusca passou a ter chassi nacional, faróis com luzes assimétricas, gancho cabide e reservatório de fluido de freio de plástico. Em 1963 ganhou novo descanso de braço, lavador de pára brisas pneumático e janelas traseiras basculantes, além de amortecedor de direção. Em 1964 passou a vir com novo tanque de combustível.
1965 foi o ano do lançamento do Fusca com teto-solar, que ficou conhecido como "Cornowagen". Logo o acessório foi rejeitado e muitos proprietários, incomodados com o apelido (segundo rumores dado ao carro por um executivo da Ford), mandaram fechar o teto. Houve também mudanças nas lanternas e na luz de placa.
Em 1966 houve mudanças na caixa de marcha e no distribuidor. Nesse ano, a Volkswagen assumiu o controle da Vemag, encerrando no ano seguinte as suas atividades.
Em 1967, a Volkswagen adotou um motor de 1.300 cc e 46cv no lugar do antigo 1200, de 36cv. Nas propagandas, apareciam os carros com uma cauda de tigre saindo da traseira em alusão a maior potência. O vidro traseiro ficou maior e o acionamento da seta foi para a coluna de direção. Foi também o fim do sistema elétrico de 6 volts para a chegada do de 12V.
Vale notar que foi durante esta época que o Fusca sedimentou a Volkswagen no mercado nacional, permitindo o lançamento de vários derivados no mercado nacional, tais como o Vw 1600, o TL, a Variant, o Karmann Ghia TC, o SP2, a Variant II, o Brasília e o Gol.
Em novos bancos e espelhos retrovisores. Em 1970 chegou o novo motor 1500 de 52cv. Ocorreram mudanças na tampa do motor, tampa do porta-malas e pára-choques.
A partir de 1974 o carro passou a contar com uma entrada de ar no caput dianteiro, que chegava ao interior do carro através do painel e saía por aberturas atrás dos vidros laterais traseiros, as populares "orelhinhas". Muitos pensam que sua função é ventilar o interior do carro quando, na verdade, é o inverso. As janelas laterais traseiras passam a ser fixas. Também são apresentados novos faróis e distribuidor à vácuo. O Fusca 1500 durou de 1970 até 1975.
Em 1973 foi abandonado o modelo de farol de perfil abaulado, sendo adotado o farol de perfil reto, que durou até o fim da linha.
Em 1975 foi introduzido o "Bizorrão" ou "Super-Fuscão", o Fusca 1600-S com carburação dupla, que desenvolvia 65 cv SAE, tinha volante de direção esportiva de três raios, rodas aro 14 e painel com marcador de temperatura, relógio e amperímetro. As fendas de ventilação do capô trazeiro deixaram de ser cinco de cada lado, e passaram a ser dois grupos com oito e seis fendas de cada lado do capô.
Em 1976 é lançada a versão 1.300-L. O perfil entre o quebra-vento e o vidro dianteiro deixa de ser cromado.
Em 1977, o Fusca apareceu com mudanças estruturais, comando do limpador de para brisas na chave de seta e barra de direção retrátil, que protege o motorista em caso de choque frontal.
Em 1978 ocorreu uma mudança no bocal do tanque, que passou para a lateral direita do carro. O interruptor do pisca - alerta foi transferido para a coluna de direção e foi adotada uma chave única para portas, capô do motor e ignição.
Em 1979, houve uma alteração no modelo e as lanternas traseiras passam a ser maiores, e passam a ser chamadas "Fafá", em alusão aos grandes seios da cantora Fafá de Belém. O modelo de lanterna menor continuou a ser utilizado nas versões de acabamento mais simples.
Em 1981 foi lançado o Fusca 1300 com motor a álcool. O Fusca passou a ter novo painel, com instrumentos quadrados.
Em 1983, a empresa resolveu rebatizar o modelo no Brasil, adotando finalmente o nome que se tornara popular, Fusca. Até então o automóvel era oficialmente denominado "VW Sedan" nos registros dos Detrans.
Em 1984 o motor 1300 deixou de ser produzido. Agora passa a equipá-lo o novo motor 1600, mais moderno, e o carro passa a contar também com freios a disco na dianteira, mais eficientes. A lanterna modelo Fafá passou a ser padrão para todos os modelos.
Em 1986 a Volkswagen desistiu de fabricá-lo, alegando que era um modelo muito obsoleto, apesar de ser o segundo carro mais vendido daquela época, atrás apenas do Chevrolet Monza, e de muitos considerarem que tinha fôlego suficiente para permanecer mais uns bons anos no mercado. O real fato é que a Volkswagen queria abrir espaço para a Família BX, composta por Gol, Parati, Voyage e Saveiro.
Em 1993, por sugestão do então presidente Itamar Franco a empresa voltou a fabricar o modelo. Itamar queria a fabricação de carros populares, e sugeriu que o Brasil precisava de um carro como o Fusca. Foi aprovada, então a Lei do carro popular, que previa isenções e diminuições de impostos para os carros com motor 1.0, e o Fusca e o Chevrolet Chevette L, embora tivessem motores de 1.6l, foram incluídos. O carro vendeu bem, mas longe da meta esperada pela Volkswagen. A principal razão para que o Fusca não vendesse tão bem se deve ao fato de seu acabamento espartano demais diante dos concorrentes surgidos em meados da década de 90, como o Fiat Uno Mille e Chevrolet Corsa de primeira geração, que tinham preços muito próximos do velho Besouro, porém, com acabamento e equipamentos bem melhores que os do Fusca. Em 1996, a empresa deixou de produzir novamente o carro, com uma série especial denominada Série Ouro. A partir daí, ele só seria produzido no México. Nesse período, foram produzidos no Brasil cerca de 42.000 exemplares.
Atualmente, o Fusca permanece com um dos carros usados mais vendidos no mercado nacional.

[Retirado do site: A História Completa do Fusca]


Algumas curiosidades...

Site: Best Cars Web Site

  • Observe que todas as placas dos primeiros modelos começavam com as letras IIIA. Essas letras eram na verdade o prefixo para todos os carros registrados na região de Stuttgart [1] entre 1906 e 1945. Atualmente um bom exemplo é o prefixo WOB, utilizado nos carros de Wolfsburg, e o prefixo S, para a atual Stuttgart.
  • A Volkswagen possui o protótipo NSU 32 em seu museu, mas os protótipos VW 3 e VW 30, mais recentes, são réplicas, uma vez que nenhum deles sobreviveu a guerra.
  • Embora muitos falem que o Fusca de 1954 a 1969 só tenha mudado o vigia traseiro, neste período foram feitas mais de 2.500 mudanças no motor e em outras partes do automóvel.
  • O desenho das primeiras Kombis foi pensado para se adequar à linha VW existente na época - ou seja, o Fusca. Pode-se perceber claramente a inspiração no desenho da dianteira, nas linhas que seguem das janelas para se encontrar entre os faróis, como se fosse o capô do Fusca.
  • A Tatra, fabricante tcheca dos T77 e T87, vinha desenvolvendo carros semelhantes ao Fusca desde 1932 (protótipo V570). Hitler era um admirador dos velozes carros, e certa vez comentou: "estes são os carros para minhas autobahns. Coincidentemente ou não Porsche conhecia Hanz Ledwinka, o projetista dos Tatras. O fato é que durante a guerra a Tatra foi forçada a desistir do projeto T97 (praticamente igual ao protótipo VW 30). Após a guerra, a Tatra processou a Volkswagen por quebra de patente. A questão foi resolvida fora dos tribunais em 1961, com uma cifra que acabou prejudicando os investimentos na renovação do Fusca durante a década seguinte.
  • Existiram cerca de 38 protótipos até a conclusão do projeto - um V1, um V2, três VW3, trinta VW30 e três VW38 de madeira. O número não é exato, entretanto, devido ao fato de alguns Versuch (V1 e V2) terem sido aproveitados na construção dos VW3, e de igual maneira alguns (senão todos) VW3 terem se tornado VW30. Todos eles foram destruídos
  • Deles só restaram desenhos e fotos, para a tristeza dos entusiastas. Entretanto, a Volkswagen encomendou ao restaurador Werner Zinke réplicas dos modelos VW3 (1998) e VW30 (2000), que hoje se encontram no seu devido lugar, o Museu Volkswagen. Conta-se que, por ocasião dos cinqüenta anos da Volks (1938-1998), a idéia da diretoria era construir uma réplica do V1, mas acabou encomendando o VW3, ao custo aproximado de DM 300.000,00!
  • O Fusca gerou, pouco tempo depois do início efetivo de sua produção, algumas variantes curiosas, como pick-ups e furgões. Mas as adaptações feitas por empresas independentes já desde aquela época transformavam o carro em modelos mais luxuosos, como roadsters (o famoso Hebmüller) e mesmo sedans (coupé Stoll).
  • O Volkswagen Sedan recebeu apelidos em quase todos os países em que foi vendido, normalmente versões locais para o nome do escaravelho (besouro):
  • Volla na África do Sul
  • Käfer ou Kugelporsche ("Porsche-bola") na Alemanha
  • Coccinelle na Bélgica, França e Haiti
  • Peta ("tartaruga") na Bolívia
  • Sedan e depois Fusca (ou Fuca/Fuque e Fusquinha) no Brasil
  • Косτенурка (Kostenurka, "tartaruga") na Bulgária
  • Baratinha em Cabo Verde
  • Weevil no Canadá
  • Buba na Croácia
  • Boblen (bolha) na Dinamarca
  • Escarabajo ou Pichirilo no Equador
  • Hrošč na Eslovênia
  • Escarabajo (escaravelho) na Espanha e parte da América Latina
  • Bug ou Beetle nos Estados Unidos
  • Põrnikas na Estônia
  • Kotseng kuba (literalmente 'carro corcunda'), Pagong (tartaruga), Ba-o (tartaruga em Cebuano), Boks nas Filipinas
  • Kuplavolkkari (kupla, bolha) na Finlândia
  • Σκαθάρι ("Skathári", besouro) ou Σκαραβαίος ("Skaravéos", escaravelho) na Grécia
  • Cucaracha ou Cucarachita ("Barata" e "Baratinha") na Guatemala.
  • Cucarachita ("Baratinha") em Honduras.
  • Bogár na Hungria.
  • Kodok ("sapo") na Indonésia
  • Ag-ru-ga no Iraque
  • Bjalla na Islândia
  • Hipushit em Israel
  • Maggiolino na Itália. Também conhecido pelo apelido carinhoso de Maggiolone
  • Vabalas na Lituânia
  • Sedán ou Vocho no México
  • Boble ("bolha") na Noruega
  • Foxi no Paquistão
  • Garbus ("corcunda") na Polónia
  • Volky em Porto Rico
  • Carocha em Portugal
  • Brouk na República Checa
  • Cepillo ("Escova") na República Dominicana
  • Broscalanu' or Broscuţa (sapinho) na Romênia
  • Bagge (contração de skalbagge, besouro) ou bubbla (bolha) na Suécia
  • Mgongo wa Chura ("costas de sapo") e Mwendo wa Kobe ("velocidade de tartaruga") em Swahili na Tanzânia (?)
  • Kaplumbağa ou tosbağa ("tartaruga") ou vosvos na Turquia
  • Escarabajo na Venezuela


[Retirado do site: A História Completa do Fusca]


Cronologia do Fusquinha (de 1932 à 1998)

Site: Carrosdeboy.com
1932 -  Ferdinand Porsche,  nascido no dia 3 de setembro de 1875 no Império Austro-Húngaro, esboça o desenho do Fusca. 

1934 - Porsche cria o NSU, protótipo do Fusca que rodou até 1955, quando foi adquirido pelo Auto-Museum da Volkswagen, na Alemanha. 

1935 - Porsche recebe 200 mil marcos do governo alemão para, no prazo de dez meses, produzir três protótipos. 

1936 - Da garagem da casa de Porsche, com 16 meses de atraso, saem três protótipos batizados de Volksauto-série VW-3, que seriam testados por 50 mil Km. 

1937 - A associação entre Porsche, Daimler-Benz e Reuter & Co. produz mais de 30 protótipos, batizados de VW-30, e realiza 2,4 milhões de Km de testes. O governo alemão, já sob o comando de Adolf Hitler, cria uma empresa estatal e viabiliza a fabricação do carro. O capital inicial, de 50 milhões de marcos, veio da Kdf (iniciais em alemão de Força da Alegria), um dos departamentos da Frente Trabalhista Alemã, o sindicato oficial. O nome original do veículo, Kdf-Wagen, não pegou Porsche viaja para os Estados unidos para visitar as linhas de montagem de Detroit e se encontrar com Henry Ford. 

1938 - Começam a ser contruídas em Fallersleben, na baixa Saxônica (região entre o rio Reno e o mar Báltico), a fábrica para a produção do carro e uma cidade para 90 mil habitantes, destinada aos futuros operários e suas famílias. Depois, a cidade recebeu o nome de Wolfsburg. Parte do dinheiro destinado às obras provinha de alemães que, mesmo sem saber a data da entrega, queriam um Kdf-Wagen. 

1939 - Com o início da II Guerra Mundial, os Kdf-Wagen não chegam a ser fabricados e a nova fábrica estréia produzindo veiculos militares, com destaque para o Kubelwagen (tipo de camburão, que teve 55 mil unidades produzidas) e para os Schwimmwagen (carro anfíbio, com 15 mil unidades). 

1944 - Os aliados atacam e destroem a fábrica. 

1946 - Começa a reconstrução da fábrica e a produção é limitada. 

1947 - Ingleses, Soviéticos e Norte-americanos não se interessam pela fábrica 

1948 - Heinrich Nordhoff assume a presidência da fábrica e eleva a produção para 19.214 unidades/ano. 

1949 - A produção cresce para 46.154 unidades e um acordo com a Chrysler permite a utilização da rede de revendas da marca norte-americana em todo o mundo. Foi o primeiro ano do Fusca nos Estados Unidos e apenas duas unidades foram vendidas. 

1950 - O primeiro lote de Fuscas desembarca no Brasil, via porto de Santos. As 30 unidades que vieram foram rapidamente vendidas. 

1951 - Morre Ferdinand Porsche. 

1953 - Com peças da Alemanha, inclusive o motor de 1.200 centímetros cúbicos (cc), o carro começa a ser montado em um pequeno armazém alugado na Rua do Manifesto, no bairro do Ipiranga (zona sudeste de são Paulo). 

1954 - O carro Volks começa a consquitar os norte-americanos, que o apelidam de Beetle (besouro). 

1956 - A Volkswagen inicia a construçào de sua fábrica de 10,2 mil metros quadrados no Km 23,5 da via Anchieta (São Bernardo do Campo) 

1957 - A fábrica solta seu primeiro produto, a Kombi. 

1959 - O Fusca começa a ser produzido no dia 3 de janeiro, com um índice de nacionalização de 54%. A primeira unidade é adquirida pelo empresário paulista Eduardo Andrea Matarazzo. No dia 18 de novembro, a fábrica é inaugurada oficialmente. A Volks brasileira fecha o ano com 8.406 unidades vendidas. 

1962 - O Fusca torna-se líder de vendas no Brasil, com 31.014 veículos vendidos. 

1964 - A Volks lança o Fusca com teto solar, mas, apelidado de "Cornowagen", fica só alguns meses no mercado. 

1965 - A Volks lança a versão "Pé de Boi", cerca de 15% mais parata (não possuia nenhum ítem cromado). 

1967 - O carro troca o motor de 1.200 cc (36 cv) pelo 1.300 cc (46 cv) e, para aumentar a visibilidade, ganha um vidro traseiro 20% maior e os limpadores do pára-brisa são melhor posicionados. 

1969 - Walt Disney lança o filme "Se Meu Fusca Falasse", no qual o carro, chamado de Herbie, nada, anda sobre duas rodas e até pensa. 

1970 - O carro ganha opção de motor 1.500 cc (52 cv), bitola traseira 62 mm mais larga, eixo traseiro com barra compensadora, capô do motor com aberturas para ventilação, novas lanternas traseiras e passa a incorporar cintos de segurança dianteiros. Nesse ano, um incêndio destrói o setor de pintura da fábrica e o primeiro Fusca brasileiro é exportado para a Bolívia. 

1972 - A Volkswagen do Brasil atinge a produção de 1 milhão de Fuscas. 

1974 - O motor 1.600 cc (65cv) passa a ser opção para o Fusca. As vendas do carro batem recorde, com 237.323 unidades no ano, número que nunca seria superado. 

1978 - A Volkswagen alemã deixa de produzir o Fusca. 

1979 - O Fusca ganha motor movido a álcool e as lanternas traseiras crescem, sendo apelidadas de "Fafá". 

1986 - O Fusca ganha bancos reclináveis com apoio de cabeça e janelas laterais traseiras basculantes. No final do ano, no entanto, por razões mercadológicas (as vendas decresciam anualmente desde 1980 devido à chegada de carros mais modernos), a Volks tira o carro de linha. 

1987 - Com o fim do Fusca, o Opala é adotado pela Polícia Militar de São Paulo. 

1993 - Setembro: oito meses após o pedido do então presidente Itamar Franco ao então presidente da Volkswagen Pierre-Alain De Smedt e com investimentos de US$ 30 milhões, a Volkswagem retoma a produção do Fusca. Entre as novidades do modelo, destacam-se vidros laminados, catalisador, barras estabilizadoras na dianteira e na traseira, pneus radiais, freios dianteiros a disco, reforços estruturais e cintos de segurança de três pontos. Pesquisa Datafolha aponta o Fusca como a marca mais lembrada. Por outro lado, as vendas ficam abaixo das expectativas e o preço do carro cai cerca de US$1.000. 

1996 - Em junho, o Fusca novamente deixa de ser produzido. O México passa a ser o único país a produzir o carro. Em novembro é instituído oficialmente o dia do Fusca (20 de janeiro - antes do meu aniversário, que orgulho!) .

1998 - No dia 14 de fevereiro, a fábrica de Puebla, no México, começa a produzir o novo Fusca em grande escala. O carro vira mania nos Estados Unidos. Em maio, a Volks promove um "recall" para trocar a fiação próxima à bateria devido à possibilidade de incêndio.

  [Retirado do site: Exacta Express]


Site: Fusca Nossa Paixão

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E lembre-se:

Fusca não anda desfila!
Fusca não estaciona fica em exposição!
Fusca não bate pega prova que anda muito!
Fusca não é carro do ano é do século!
Fusca não é bonito tem charme e estilo próprio!

!!!

[Retirado do site: Fusca Nossa Paixão]


Melhores sites para saber detalhadamente da história do Fusquinha:


Até a próxima!

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