Museu da Língua Portuguesa

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(Foto retirado do site: Blog da Juliana)


    Domingo, dia 13 de Junho de 2010, resolvi bater as pernas de novo. Dessa vez pra conhecer um lugar que a três anos eu devia pra mim mesma visita-lo! O lugar se chama Museu da Língua Portuguesa e já comecei a me interessar por ser um museu de uma coisa que eu gosto: Idiomas.
    Assim que esse museu foi lançado, pensava eu que seria temporariamente. Quando soube que eu estava enganada, a três anos atrás, comecei a sonhar em conhece-lo. Nesse ano de 2010, soube de mais coisas que me impressionaram: Que ele ficava dentro da estação luz, quase no centro do São Paulo. Mas o bom foi quando fui conhecer pessoalmente para acabar com esse mistério todo...
    Meu amigo Kleber foi quem me convidou para finalmente conhecer esse museu e pra chegar lá foi facinho... Primeiro eu desci na Avenida Prestes Maia, depois entrei numa rua chamada Washington Luís, virei a rua Brigadeiro Tobias e finalmente achei a rua Mauá! Na rua Mauá encontrei meu amigo e juntos fomos até esse museu! Na internet eu tinha visto que estava 4 reais a entrada, mas não sabia que tinha aumentado para 6! Você passa por uma catraca tipo metrô utilizando um cartão e já vai até a porta para ir de elevador para o primeiro andar.


  • No 1º andar: Lá você encontra um monte de coisa penduradas: Palavras. Aquilo estava sem sentido, mas achei bonito ver aquelas palavras penduras grudadas cada uma em um vidro. Uma hora depois, descobrimos para que servia: Havia uma pequena tábua de madeira que tinha um furo e depois uma lente ou outro vidro. Ao olhar para o furo, as palavras se ajuntavam e davam sentido a frase. Tinha uma que eu gostei, mas não me lembro qual! Indo mais adiante do museu naquele primeiro andar, tinha umas coisas antigas (claro, era um museu, né?) como toca-discos, televisão e fotos. Tinha lá 4 telinhas: Em cada telinha havia uma mulher. Cada mulher estava "fantasiada" de algo como doutora, baladeira, etc. Todas elas eram a mesma pessoa! Super interessante! E elas conversavam entre si como se não fosse a mesma pessoa... Incrível! Também tinha instantes com lençol com desenhos de livros. Por baixo, algumas luzes se acendiam para mostrar poesias e alguns objetos.
  • No 2º andar: Tinha um corredor que do lado esquerdo era uma grande tela com várias coisas brasileiras como entrevistas e documentários e ao lado direito uns bancos para se sentar e apreciar a apresentação. Não quisemos saber disso naquela hora e estávamos curiosos em ver o que tinha mais adiante: Nas paredes ao lado direito tinha a história do mundo até antes de cristo! Abaixo tinha umas telas do tipo televisor contando historias do brasil, uma podíamos interagir tocando nos televisores para mudar o menu. Falando nisso, tinha esses televisores espalhados por toda aquela sala! Eu me diverti muito com um que mostrava sobre a língua africana: Tinha uma mulher que parecia estar matando formiga dentro da calça pelos tapas que ela dava na perna. Ou da vez que eu vi um velho carcomido falando umas groselhas em português de portugal (e eu não entendi nada, porque o som estava super baixo - tinha legenda, mas eu também não lia porque não prestava atenção). Brinquei com o Kleber de que eu ia empurra-lo: O véhio estava na beira do mar, só pra dar um clima ao vídeo... Morri de raiva ao saber quem era o tal véhio: O escritor José Saramago! Pô, eu não sabia! Era o meu preferido. Nessa hora eu li a legenda. Eu também queria ter visto o da língua francesa e inglesa, mas vivia ocupado e não pude, snif!
  • No 3º andar... É, dessa vez não são os dois pontos que iniciam esse trecho... Assim que saímos do segundo para ir ao terceiro, pegamos o elevador. O problema foi o acessorista falar com aquela antipatia: "A sessão do terceiro andar já se iniciou e lá não podem entrar... Só se for para dar uma volta, aí tudo bem! A próxima sessão será as 17 horas". Acabamos não indo a essa sessão... Mas lá tinha um corredor a esquerda muito engraçado! Com frases estampadas na paredes de ortografia errada... Eu ria com cada um! Pena que não me lembro de nenhuma... Ai, que ódio! Mas foi muito engraçado... Me lembro que tinha "Çabado" com C cedilha mesmo! Podem acreditar... Nesse andar eu fui ao toilet, ou melhor, ao "toalhete"... Ou melhor: Ao toalet, rs! Foi assim que escreveram no banheiro! O banheiro de lá era super diferente... Não tinha porta: Parecia um labirinto no qual você entrava e encontrava o banheiro escondido ali. Era um banheiro comum com vários sanitários cada um em sua porta. O sanitário não tinha nada de diferente a não ser a descarga que era enorme do tipo daquelas de apertar e se não largasse a mão não ia mais parar de descarregar água... Na parede do banheiro haviam várias pichações feito a caneta por "populares" que foram ao banheiro (não era arte nenhuma, era vandalismo mesmo).




    Saindo do terceiro andar, resolvemos voltar para o segundo pela escada e observar mais aqueles pequenos "computadores" que lá existiam. Era umas escadarias que parecia aquelas próprias para incêndio um pouco escurecidas, mas que dava pra descer numa boa. Paramos no segundo andar e lá tentamos tirar umas fotos... Mas a escuridão era tanta que foi impossível! E também, eu estava com medo de fazer isso... Mas Kleber me avisou que era permitido. Comecei a prestar atenção em umas pessoas que tiravam fotos do que estava em exposição e me encorajei.






    Indo para o primeiro andar, dessa vez de elevador com aquele entojado do acessorista antipático, de novo tentei tirar umas fotos e consegui... Consegui que todas saíssem tortas...




    Uma moça se desesperou com a nossa situação, se pôs a nossa frente e disse: "Quer que eu tire a foto pra vocês?" - Ela deve ter respirado fundo para desestressar antes de fazer isso... Muito agradecidos e cansados de ficar tirando fotos tortas, aceitamos o favor e a moça bateu uma foto assim:






    Depois, demos uma voltinha pelo primeiro andar quando de repente uma mulher nos avisou que o museu ia fechar dalí a 5 minutos (nisso eu me lembrei do meu pai que tem mania de medir o tempo quando está com pressa!). Demos uma olhadinha rápida nas coisas e zarpamos de lá eram umas 18 e pouco... Eu adorei ver aquelas ruas a noite como sempre sonhei em ver: Cheia de luzes, as calçadas quase limpa (se não fosse por um jornal cagado no chão...), encontrei uma estrela no céu e disse "Olha ela lá!" apontando. Demos a volta ao mundo para sair no ponto em frente a Estação Luz (perto da loja das noivas) e o ônibus não chegou. Fui de metro e voltei pra casa normalmente e feliz por esse lindo dia de domingo (finalmente mais um domingo lindo no meu dia).


Até a próxima!
















Ei, pensa que acabou?
Gostaria de ver a parte bizarra da história?
Me acompanhe...






(Retirado do site: Faculdade de Ciências e Tecnologia)




O Lado Negro da História:



    Após eu sair do trabalho, falei a minha mãe no ponto de ônibus que no dia seguinte eu ia sair... Ela logo fez aquela cara de que estava prevendo um acidente. Lhe falei que ia com um amigo da internet... Boom! Parece que o mundo da minha mãe explodiu na hora! Pensei que ela não tinha se exaltar tanto quando falei que era o Kleber, o cara com quem eu já tinha saído naquela vez do teatro, mas ela se exaltou e muito! Começou a novamente a me prometer fundos e mundos, mas dessa vez não teve gato no meio. Começou a questionar o porquê disso e eu não sabia responder uma coisa tão simples que era porque eu queria sair. Ao ouvir isso, minha mãe perguntou por quê não sair com ela? Por que tinha que ser com ele? Por que tinha que ser bem no dia da minha folga? Por quê? Por quê? Por quê? Eu sabia que isso ia acontecer!
    Dia seguinte, domingo, nós acordamos todos normais. Eu fiz de tudo para acordar cedo (acho que era umas 9h30, nem me lembro) para adiantar as coisas e de repente no meio da manhã a minha mãe pergunta: "Ainda está na cabeça de sair com aquele cara?" - E eu disse que sim e ela começou a ter os ataques dela: Chorou, tremeu, disse que não! Pensei que só ia ficar nisso, mas não! De minuto em minuto ela ia até meu quarto tentar tirar da minha mente a idéia de sair que já estava fixa. Estava tão fixa que eu não vi o porquê não dar certo... Sabia o caminho, conhecia o cara e eu estava segura de que tudo ia dar certo! Resultado: Até deu certo, mas...
    Minha mãe começou a fazer ceninhas! A chorar e tudo mais! Dizia que o cara com quem eu ia me encontrar era um sequestrador, pedófilo (ela chama todo mundo da internet de "pedófilo") e disse que eu ia morrer. Começou a questionar: "O que eu vou dizer amanhã no seu trabalho quando você não for por que te mataram?" E eu boba deixei escapar a pergunta: "Quer ir junto, mãe?" - Sei lá, perdi a paciência e acabei falando besteira! Minha mãe não aceitou e disse que preferia que eu não fosse porque até ela indo junto estava com medo. De domingo, meu pai vai e volta da rua porque de manhã ele compra a mistura e de tarde vai a feira. Numa hora, ele voltou pra casa pra trazer a mistura (todo domingo fazemos macarrão) e minha mãe tentou usar ele para eu mudar de idéia: Começou a dizer sua versão da história sempre colocando o Kleber como inimigo e eu como a boba que ia atrás de um suposto sequestrador... Meu pai foi ao meu quarto e sempre seguro disse com aqueles seus olhos vermelhos: "Você já é maior de idade! Sabe o que está fazendo! Mas se aprontar alguma, sabe o que vai te acontecer, né? Pode ir jogando a chave num ralo." - Entendi sua mensagem. Minha mãe gritou no meio do discurso do meu pai: "Não!" - Vendo que meu pai não estava me proibindo tanto! Noutra hora, quando meu pai já não estava mais em casa, minha mãe da área de serviço disse: "E eu como sua mãe? Se eu te dissesse que você não vai? Você me obedeceria?" - Respondi que não bem sutilmente e teve uma hora que da cozinha, toda segura, minha mãe disse em voz meio alto: "Eu não vou deixar você sair daqui! Você não vai sair daqui!" - Passou o tempo e comecei a me arrumar... Foi engraçado! Minha mãe que não queria ir junto disse que ia se arrumar também, porque de lá eu não sairia sozinha. E enquanto me arrumava no meu quarto, minha mãe foi lá me espiar de um jeito engraçado querendo fazer gestos de que queria ver se eu estava realmente me trocando e se trocava junto também. Eu já estava me acabando de arrumar quando perto das duas horas da tarde Kleber começa a falar comigo no msn. Dizia que já estava pronto e estava de saída. Aquilo me alegrou mais por que vendo por esse lado, as coisas estavam caminhando bem. Já minha mãe, se penteando em frente ao espelho do meu quarto, ainda continuava a perguntar o porquê que eu estava querendo sair com um cara que nem ao menos conhecia. Não adiantava falar que eu ou ela já tínhamos o visto uma vez, porque ela insistia em dizer que era perigoso e contava todo aquele dramalhão de novo. Tentei convencer minha mãe mais uma vez a ficar em casa, mas foi em vão! Peguei minha bolsa e fui... Fui até a sala! Por quê vi que a porta da sala estava fechada e a chave tinha sumido. Bem que minha mãe inventou que meu pai voltou lá, pegou a chave e se foi. Claro que não acreditei! Por que também eu tinha visto essa chave uns minutos antes e não ouvi ninguém voltar pra casa. Daí foi aquela briga: Minha mãe fazendo de tudo para que eu tirasse a idéia de sair da minha cabeça e eu lhe pedindo mil vezes a chave para abrir a porta e sair. Minha mãe não queria dar as chaves e disse de lá eu não sair. Até impediu de eu tocar na maçaneta da porta !!! Numa hora, consegui convencer minha mãe de que eu aceitava que ela fosse junto. Mas antes de descermos a escada, tivemos uma breve discussão que terminou em eu descendo as escadas sozinha e deixando ela lá. Quando eu já estava no térreo, eu a vi na janela de casa gritando: "Não, Andressa! Volta pra casa, por favor!" - E eu fui sem dó e nem piedade para a rua rumo ao ônibus 1156!
    Cheguei no ponto e me bateu uma baita de uma preocupação com a minha mãe. Peguei meu celular e liguei para ela, mas não havia ninguém em casa. Logo, de longe, avistei minha mãe se aproximando do ponto disposta a ir junto a qualquer custo. O ônibus chegou e me deu certa raiva de vê-la junto! Sempre me senti como se fosse uma criança que não sabe fazer nada com ela agindo assim e tenho certeza que muita gente pensou/pensa igual... Sentei no ônibus e lá nós duas combinamos de ela ficar me esperando no ponto da Estação da Luz (perto da loja das noivas) até eu chegar. Tinha prometido que ia sair de lá assim que o museu fechasse as 17 horas (tinha visto esse horário num site e me enganei completamente!) - A promessa foi esquecida no ar... Com a minha mãe, dei toda aquela volta até achar a rua Mauá. Chegando lá, despedi da minha mãe e pensei que se ela me aprontasse de desaparecer, seria a ultima vez que eu estava a vendo por lá - Pensei rapidamente: "Besteira, minha! Ela vai me esperar até eu chegar como ela sempre faz! Claro que ela não devia estar aqui, mas ela é tão teimosa!". Na calçada da rua Mauá, na mesma calçada do terminal de trem da Estação Luz, meu celular tocou. Eu já estava sozinha e era o Kleber querendo saber se eu estava chegando: "Estou chegando! Estou na calçada perto da porta do terminal da Estação Luz..." - Disse eu espantada com a coincidência da ligação dele... Cheguei lá, cadê o Kleber? Olhei para as pessoas a volta, as pessoas olhando pra mim... Fui até a última porta da estação e nada dele! Pensei: "Terei que espera-lo... E se ele não vier? Vou embora! Fazer o quê?" - De repente, viro-me para o lado esquerdo e vejo um rapaz loiro com uma roupa quase que formal... O jeitinho do Kleber... Kleber! Era ele! Ele nem tinha se virado pra mim, mas eu o cutuquei para chama-lo. Logo que ele me viu e começou a falar comigo sorrindo, pensei: "Poxa, ele nem imagina o que eu passei hoje com a minha mãe... Ele nem sabe que ela está por aqui... Por quê, isso?" - E segui com ele.
    Durante aquelas rápidas 2 horas e meia dentro daquele museu, esqueci da vida lá fora e queria era mais me divertir! Eu sou uma pessoa que nunca saiu de casa sozinha (e acho que continua assim) e ainda mais ao lado de um amigo... Já sai em grupo de amigos e amigas, mas só com um amigo, nunca! E o tempo foi passando.
    Dentro do museu, quando eu já estava indo embora de lá, percebi das janelas que lá fora estava noite e fiquei imaginando minha mãe: "Pô!" - Pensei eu: "Seria tão bom se não fosse assim... Seria tão bom se eu tivesse a minha vida para mim! Livre de toda e qualquer interferência da mãe... Por que ela é assim? De me causar problemas? Por quê?" - Sai de lá e apreciei aquela noite linda. Dando uma volta ao mundo ao lado do Kleber para chegar no ponto de ônibus perto da Estação Luz que ficava ao lado da loja das noivas, ficava pensando em minha mãe não estar lá. Na verdade eu tinha um bom pensamento otimista de que ela estava lá e já estava bolando alguma coisa para explicar para o Kleber o porquê que ela estava lá. Estava preocupada em me passar por mentirosa como ia acontecer... Mas fazer o quê? Tenho que carregar esse peso não sei porquê e dei aquele dia como o último dia de eu ver o Kleber... Eu como amiga dele, porque depois que ele descobrisse... Adeus, amizade! Não queria pensar nisso para não chorar. Segui em frente e outra angústia estava para me vir naquela hora: Não tinha NINGUÉM naquele ponto de ônibus! Ninguém! Ninguém! Cadê a minha mãe? Na hora eu paralisei (mas cheguei ao ponto mesmo assim). O Kleber inocente todo neutro na história porque não sabia de nada... E eu ali vendo umas par de ônibus 1156 que eu podia pegar para voltar pra casa e a minha mãe desaparecida... Gelei. O que aconteceu? Delegacia? Hospital? Pai? Tia? Rua? Rua! Ela deve estar me esperando na rua Mauá! Percebeu minha demora e decidiu voltar pra lá... Eu tinha que bolar um plano para falar com o Kleber sobre o que estava acontecendo! Eu tinha que falar pra ele que... Que a minha mãe estava lá e que eu tinha que vê-la! Mas como? Então, peguei o celular e liguei pra casa. Depois de muito, meu pai atendeu e disse que minha mãe não estava lá. Desliguei o celular e comentei isso com o Kleber. Kleber disse que isso era normal e começou a dizer que minha mãe poderia ter saído rapidinho para visitar alguém, ir ao mercado ou qualquer outra coisa. Mas eu sabia que não! Eu sabia que ela estava na rua! Arranjei forças para dizer que eu ia voltar para a rua Mauá para procura-la, pois sentia que ela estava lá. De bom coração, Kleber aceitou em me acompanhar. Parecia que Kleber estava vendo tudo aquilo como uma piada e isso quebrava um pouco o meu nervosismo. Chegando na rua Mauá, na porta da estação, esperei... Esperei que foi o diacho! Até que o celular tocou... Minha mãe? Não, era a minha tia: "Dre! Dre! A sua mãe está desesperada atrás de você! Não sei como ela fez, mas ela arranjou uma pessoa desconhecida para ligar pra mim e avisar que quer te encontrar! Ela está lá no ponto perto da rua das noivas..." - Me espantei! Expliquei pra minha tia que eu tinha ido lá e não tinha ninguém! Minha tia pediu para que eu encontrasse minha mãe (coisa que eu já estava fazendo) e fosse pra casa. Desligando o celular disse a Kleber tudo o que a minha tia me contou. Brinquei com ele de que ela podia estar numa delegacia dando queixas e contei aquela história da primeira e única vez que eu sai com um grupo de amigos cujo o mesmo dia voltei pra casa era umas 8 da noite e encontrei a minha mãe com a mão no coração dizendo que estava prestes a chamar a policia! Kleber riu, eu também ri pra não chorar e ficou assim: Catei ele pelos braços e vamos voltar para o ponto! Dessa vez o que ficava em frente ao Cat da Estação da Luz (em frente ao outro ponto da mesma calçada da loja das noivas)! Fomos lá e no meio do caminho ruim (era umas calçadas quebradas, cagadas que estavam sendo reformadas...) o meu celular voltou a tocar! Era a tia de novo: "Andressa! A sua mãe mandou dizer que está em casa e quer falar com você... Liga pra ela!" - Ufa... Respirei aliviada... Devo ter perdido umas 8 toneladas de todo o peso que eu sentia em não encontrar a minha mãe. Mas a minha mãe? Voltou pra casa? Ela? Que novo! Novo mesmo! Minha mãe é do tipo que espera de pé nem se for uns 2 anos lá esperando... Essa era nova pra mim! Fiquei felícissima! Voltei ao ponto ao lado da loja das noivas, rumo ao ônibus pra voltar pra casa. Antes tentei ligar pra casa pra falar com a minha mãe, mas dava ocupado... Erro... Sei lá! Achei que fosse a bateria do celular que estava fraca.
    No ponto de ônibus, meu ônibus não chegava. Decidi querer pegar o 2181 pra dar mais voltas e esse ônibus não chegava! Nesse meio tempo meu celular tocou e era minha mãe: "Filha, pega o metrô! Já que o ônibus não chega..." - Minha mãe naquela hora queria discutir rapidamente o que aconteceu naquele dia e eu pra provar que estava tudo mais do que bem, que aquela imaginação dela era loucura total, passei meu celular para o Kleber atender. Ele falou alguns minutos que eu segurei o riso e depois devolveu pra mim dizendo que minha mãe queria falar comigo. Falei um pouco com ela e logo desliguei. Estava aliviada de que tudo estava bem, mas meio receosa de voltar pra casa pelo meu pai. Mas pelo que ele me falou, ele não ia me fazer nada por essa situação. Não era preciso jogar a chave no ralo. Esperei, esperei, esperei e ele não chegou! Quando chegou, passou assim e foi embora mesmo eu dando o sinal: Não parou! Decidi pegar o metrô... Ah que, merda!


    Peguei o metrô (o bilhete único passou na catraca, iupiii) e depois a lotação após uma pequena volta pelo metrô porque eu dei uma perdida em mim mesma... Eu me perdi por lá, mas depois me encontrei... Meio zonza, mas encontrei: A fila do Guançã! Peguei a lotação e fui embora pra casa. No caminho, Kleber tinha me ligado duas vezes e eu não ouvi (só na segunda vez, mas até achar o celular eu perdi a ligação, snif!). Depois minha mãe me liga e eu explico que está tudo bem e ela me avisa que vai me esperar no portão do prédio e eu digo: "Tudo bem...". Logo Kleber me liga e pergunta se está tudo bem. Eu respondo que sim e ele me pede para me logar no msn. Volto pra casa meio estonteada pelo dia, mas feliz, porém! E vejo a minha mãe no portão preocupada. Dou um grande abraço nela e começa a lhe contar tudo o que aconteceu como se fosse uma gralha... Cheguei no apartamento... E dai acabou-se o dia... Pronto! Acabou o texto grande!


Tchau! Até uma próxima... Mais calminha que seja, por favor!

Algumas Recordações...



3 Comentários...:

  1. Amiga Lady, seu passeio foi fantástico mesmo, e eu posso dizer isso com conhecimento de causa... No mês passado também fui visitar o museu da Língua Portuguesa com meu filho, e passamos a tarde toda ali, e confesso que não dá nem vontade de sair... Muito bom mesmo essa visitação. Vale a pena conhecer esse museu. Abraços. Roniel.

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  2. Puxa, que passeio gostoso. E o melhor, num lugar lindo. Eu pouco viajei em minha vida e aqui em Bauru, cidade de tamanho médio não tem muitos lugares lindos assim. No mês que vem vou pra São Paulo pela 3ª vez, pro Animefriends. pena que só vou conhecer a cidade pela janela do ônibus, mas mesmo assim só de ver um lugar novo eu já vou ficar feliz.
    Um dia ainda irei nesse lugar ae.

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  3. Oi Lady

    Nossa , eu me senti dentro do museu da lingua portuguesa, só pela sua excelente narrativa, escreveu muito bem.Só me deu mais vontade de conhecer, já fui varias vezes a São paulo e nao conheci o museu ainda, mas da proxima vez com certeza tomarei vergonha e irei.Ah as fotos ficaram legais, bem melhor ter mandado alguem tirar;
    Bjs

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